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31/08/2009

André Luiz e a Física Quântica




Andre Luiz e a Fisica Quântica


O que Allan Kardec, genericamente, denomina de Mundo Espiritual, e André Luiz de “Esferas Espirituais”, a Física Quântica vem chamando de “Hiperespaço”. Em “Os Mensageiros“, cap. 15, encontramos na palavra de Aniceto:

“Há, porém, André, outros mundos sutis, dentro dos mundos grosseiros, maravilhosas esferas que se interpenetram. O olho humano sofre variadas limitações e todas as lentes físicas reunidas não conseguiriam surpreender o campo da alma, que exige o desenvolvimento das faculdades espirituais para tornar-se perceptível. A eletricidade e o magnetismo são duas correntes poderosas que começam a descortinar aos nossos irmãos encarnados alguma coisa dos infinitos potenciais do Invisível, mas ainda é cedo para cogitarmos do êxito completo.”

Nas considerações constantes do livro “Cidade no Além“, no cap. IV, “Localização de ‘Nosso Lar’ – Esferas Espirituais”, nos deparamos com preciosa elucidação: “O trânsito entre as esferas se faz por maneiras diversas. Por ‘Estradas de Luz’, referidas pelos espíritos como caminhos especiais, destinados a transporte mais importante. Através dos chamados ‘Campos de Saída’ que são pontos nos quais as duas esferas próximas se tocam. Pelas águas, de supor as que circundam os continentes (oceanos)”




Vejamos agora o que transcrevemos da obra intitulada “Hiperespaço“, de Michio Kaku, professor de Física Teórica no City College da Universidade de Nova York. Graduou-se em Harvard e recebeu o título de doutor em Berkeley:

“Nosso universo, portanto, não estaria sozinho, mas seria um de muitos mundos paralelos possíveis. Seres inteligentes poderiam habitar alguns desses planetas, ignorando por completo a existência de outros” “(…) Normalmente, a vida em cada um desses planos paralelos prossegue independentemente do que se passa nos outros. Em raras ocasiões, no entanto, os planos podem se cruzar e, por um breve momento, rasgar o próprio decido do espaço, o que abre um buraco - ou passagem - entre esses dois universos. (…) Essas passagens tornam possível a viagem entre esses mundos, como uma ponte cósmica que ligasse dois universos diferentes ou pontos do mesmo universo”




Deus não pode ser fiel

Titulo Original : Deus é Fiel

Já faz algum tempo que lemos em um adesivo fixado num automóvel a expressão "Deus é fiel". A princípio, diante da perplexidade que experimentamos após a observação inicial, a estupefação levou-nos à busca do sentido real da expressão, não sem antes constatar de que o adesivo teria sido comercializado através de uma religião evangélica, porque, ao transitarmos em uma rua, vimos um exemplar do mesmo na vitrine de uma loja de produtos evangélicos.

Ampliando a pesquisa, chegamos à fonte "religiosa" da frase. Está ela contida em Jeremias; 1:12.

Vejamos os conceitos. Fidelidade. Característica ou atributo daquele que é fiel. Fiel, o que dá mostras de lealdade e, por isto, não contraria a confiança depositada. Leal e devotado.
Tais os considerados colhidos do exame do léxico, especificamente o Dicionário Houaiss. Eis as diretrizes básicas. De pronto, a análise lógica da sentença cunhada pelos irmãos evangélicos, denota certa impropriedade na utilização do sujeito.

Deus não pode ser fiel.
Fiéis são os homens, desde que estejam estes sujeitos ao cumprimento de princípios, fundamentos, pressupostos contidos na organização de determinada agremiação ou filosofia religiosa.

Deus, assim, na definição espírita, "(...) é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas (...) infinito em Suas perfeições".

Logo, como costumamos dizer, Ele não se acha sujeito às variações de humor comuns aos homens, não tem preferências ou antipatias. Não premia, nem castiga. Não proíbe, nem autoriza.

Criou um Universo perfeito, regido por leis universais, imutáveis, completas, às quais acham-se sujeitas TODAS as criaturas. Portanto, Deus não demonstra FIDELIDADE ou infidelidade a quem quer que seja.

Neste aspecto, o que salta aos olhos é a tentativa de desfiguração da idéia do Criador, tomando-o como um homem que manifesta a sua predileção pelas pessoas que seguem determinada orientação religiosa.

Ledo engano. Aliás, nem há originalidade em esta concepção, de vez que os hebreus, há vários séculos antes da encarnação de Jesus, já cunhavam as expressões "terra prometida", "povo escolhido" ou o "povo de Deus", nítida manifestação do orgulho e da prepotência daqueles homens, diametralmente contrárias à própria idéia da fraternidade e da igualdade entre os seres.
Há quem diga que o efeito provocado nos adeptos daquela corrente religiosa realmente crêem que Deus é fiel a eles, protegendo-os, livrando-os de todos os males, fazendo por eles a parte que lhes caberia desempenhar.

Acreditam-se imunes aos perigos, aos obstáculos, aos percalços, simplesmente porque pertencem àquela agremiação. As organizações - em todos os campos do conhecimento humano - valem-se de expressões, adágios, frases de efeito, para "venderem" seus produtos.

No caso em exame, é o marketing a serviço da fé, ou da reprodução de determinada ideologia. E, como há "clientes" para todos os gostos, há quem aceite - passivamente - a idéia que alguém criou para "vender o peixe".

Assim, levando-se em conta a diversidade de graus evolutivos entre os espíritos, há muitos que ainda não conseguem vislumbrar outra fé - mais ampla e racional, menos dogmática -, e, para estes, a única linguagem entendível é a da aceitação inconteste. Evoluindo os seres e os planos, tais "adereços" ou "máscaras" desaparecerão, porque não encontrarão mais adeptos, tal qual um determinado produto, por tornar-se obsoleto, vai sendo deixado no ostracismo.
Naturalmente...

Marcelo Henrique Pereira
Diretor de Política e Metodologias de Comunicação/ABRADE


FONTE:http://abrade.com.br/site/index.php

04/08/2009

Influência dos Espíritos sobre os Acontecimentos da Vida

Fonte: http://www.adriloaz.blogspot.com/2009/03/influencia-dos-espiritos-sobre-os.html

525. Os Espíritos exercem influência sobre os acontecimentos da vida?

— Seguramente, pois que te aconselham.

525 - a) Exercem essa influência de outra maneira, além dos pensamentos que sugerem, ou seja, têm uma ação direta sobre a realização das coisas?

— Sim, mas não agem nunca fora das leis naturais.

Comentário de Kardec: Pensamos erradamente que a ação dos Espíritos só deve manifestar-se por fenômenos extraordinários; desejaríamos que viessem em nosso auxílio através de milagres, e sempre os representamos armados de uma varinha mágica. Mas assim não é. e eis porque a sua intervenção nos parece oculta e o que se faz pelo seu concurso nos parece inteiramente natural. Assim, por exemplo, eles provocarão o encontro de duas pessoas, o que parece dar-se por acaso; inspirarão a alguém o pensamento de passar por tal lugar; chamarão sua atenção para determinado ponto, se isso pode conduzir ao resultado que desejam; de tal maneira que o homem, não julgando seguir senão os seus próprios impulsos, conserva sempre o seu livre-arbítrio.

526. Tendo os Espíritos ação sobre a matéria, podem provocar certos efeitos com o fim de produzir um acontecimento? Por exemplo, um homem deve perecer: sobe então a uma escada, esta se quebra e ele morre. Foram os Espíritos que fizeram quebrar a escada para que se cumpra o destino desse homem?

— E bem verdade que os Espíritos têm influência sobre a matéria, mas para o cumprimento das leis da natureza e não para as derrogar, fazendo surgir em determinado ponto um acontecimento inesperado e contrário a essas leis. No exemplo que citas, a escada se quebra porque está carunchada ou não era bastante forte para suportar o peso do homem; se estivesse no destino desse homem morrer dessa maneira, eles lhe inspirariam o pensamento de subir na escada que deveria quebrar-se com o seu peso e sua morte se daria por um motivo natural, sem necessidade de um milagre para isso.

527. Tomemos outro exemplo, no qual não intervenha o estado natural da matéria. Um homem deve morrer de raio: esconde-se embaixo de uma arvore o raio estala e ele morre. Os Espíritos poderiam ter provocado o raio dirigindo-o sobre ele?

- E ainda a mesma coisa. O raio explodiu sobre aquela árvore e naquele momento porque o fato estava nas leis da Natureza. Não foi dirigido para a arvore porque o homem lá se encontrava, mas ao homem foi dada a inspiração de se refugiar numa árvore, sobre a qual ele deveria explodir. A árvore não seria menos atingida se o homem estivesse ou não sob ela.

528. Um homem mal intencionado dispara um tiro contra outro mas o projétil passa apenas de raspão, sem o atingir. Um Espírito benfazejo pode ter desviado o tiro?

- Se o indivíduo não deve ser atingido, o Espírito benfazejo lhe inspira o pensamento de se desviar, ou ainda poderá ofuscar o seu inimigo de maneira a lhe perturbar a pontaria; porque o projétil, uma vez lançado, segue a linha da sua trajetória.

529. Que se deve pensar das balas encantadas, a que se referem algumas lendas e que atingem fatalmente o alvo?

- Pura imaginação: o homem gosta do maravilhoso e não se contenta com as maravilhas da Natureza.

529 - a) Os Espíritos que dirigem os acontecimentos da vida podem ser contrariados por Espíritos que tenham desejos em contrário?

- O que Deus quer, deve acontecer; se há retardamento ou empecilho e por sua vontade.

530. Os Espíritos levianos e brincalhões não podem provocar esses pequenos embaraços que se antepõem aos nossos projetos e transtornam as nossas previsões; em uma palavra, são eles os autores do que vulgarmente chamamos as pequenas misérias da vida?

--Eles se comprazem nessas traquinices que são provas para vós destinadas a exercitar a vossa paciência; mas se cansam quando vêem que nada conseguem. Entretanto não seria justo nem exato responsabiliza-los por todas as vossas frustrações, das quais vos sois os principais autores, pelo vosso estouvamento. Convence-te, pois, de que, se a tua baixela se quebra é antes em virtude do teu descuido do que par culpa dos Espíritos.

530 - a) Os Espíritos que provocam discórdias agem em conseqüência de animosidades pessoais ou atacam ao primeiro que encontram, sem motivo determinado, por simples malícia?

— Por uma e outra coisa: às vezes, trata-se de inimigos que fizestes nesta vida ou em existência anterior e que vos perseguem; de outras vezes, não há nenhum motivo.

531.0 rancor dos seres que nos fizeram mal na Terra extingue-se com a sua vida corpórea?

— Muitas vezes reconhecem sua injustiça e o mal que fizeram, mas muitas vezes também vos perseguem com o seu ódio, se Deus o permite, para continuar a vos experimentar.

531 - a) Pode-se pôr termo a isso, e por que meio?

— Sim, pode-se orar por eles, e ao se lhes retribuir o mal com o bem acabarão por compreender os seus erros. De resto, se souberdes colocar-vos acima de suas maquinações, cessarão de fazê-las ao verem que nada lucram.

Comentário de Kardec: A experiência prova que certos Espíritos prosseguem na sua vingança de uma existência a outra, e que. assim, expiaremos, cedo ou tarde, os males que pudermos ter acarretado a alguém.

532. Os Espíritos têm o poder de desviar os males de certas pessoas, atraindo para elas a prosperidade?

— Não o podem fazer inteiramente, porque há males que pertencem aos desígnios da Providência; mas minoram as vossas dores, dando-vos paciência e resignação.

Sabei, também, que depende freqüentemente de vós desviar esses males ou pelo menos atenuá-los. Deus vos deu a inteligência para a usardes, e é sobretudo por meio dela que os Espíritos vos socorrem, sugerindo-vos pensamentos favoráveis. Mas eles não assistem senão aos que sabem assistir-se a si mesmos. É esse o significado das palavras: “Buscai e achareis; batei e abrir-se-vos-á”.

Sabei ainda que aquilo que vos parece um mal nem sempre o é. Freqüentemente um bem deve resultar dele, que será maior que o mal, e é isso o que não compreendeis porque não pensais senão no momento presente ou na vossa pessoa.

533. Podem os Espíritos fazer que se obtenham os dons da fortuna, desde que solicitados nesse sentido?

—Às vezes, como prova, mas freqüentemente os recusam como se recusa a uma criança um pedido inconsiderado.

533 - a) São os bons ou os maus Espíritos que concedem esses favores?

- Uns e outros. Isso depende da intenção. Mas em geral são os Espíritos que querem arrastar-vos ao mal e que encontram um meio fácil de afazer nos prazeres que a fortuna proporciona.

534. Quando os obstáculos parecem vir fatalmente contra aos nossos projetos, seria isso por influência de algum Espírito?

- Algumas vezes, são os Espíritos; outras vezes, e o mais freqüentemente, é que vos colocastes mal. A posição e o caráter influem muito. Se vos obstinais numa senda que não é a vossa, os Espíritos nada têm com isso; sois vos mesmos que vos tornais o vosso mau gênio.

535. Quando nos acontece alguma coisa feliz, é ao nosso Espírito protetor que devemos agradecer?

-Agradecei sobretudo a Deus, sem cuja permissão nada se faz e depois aos bons Espíritos que foram os seus agentes.

535 - a) Que aconteceria se esquecêssemos de agradecer?

— O que acontece aos ingratos

535 - b) Há, entretanto, muita gente que não ora nem agradece e para quem sai tudo bem?

- Sim, mas é necessário ver o fim; pagarão bem caro essa felicidade passageira que não merecem, porque, quanto mais tenham recebido mais terão de restituir.
LIVRO DOS ESPÍRITOS

Para Refletir

Modelo familiar

Toda família deveria ter um membro a quem recorrer como exemplo de sucesso, batalha e perseverança na vida. A falta deste modelo ocasiona quase sempre um conformismo que pode permear gerações, construindo uma corrente de nós fortes e, portanto, difíceis de serem quebrados.

Este membro pode ser a pessoa mais velha, mais nova, encarnado ou desencarnado. O importante é servir de espelho quando há alguma situação difícil a qual necessite de uma decisão sábia. A evolução espiritual dele deve ser tanta que não necessite de votação para escolhê-lo. Ademais, deve-se mostrar uma pessoa que esteja preocupada em ver o sucesso e o fortalecimento de sua família.

Quando não há exemplo a ser seguido, pessoas comuns ficam desmotivadas a inovar, a procurar uma situação melhor para si e, logo, para quem as cerca. A rotina diária acaba criando raízes, e o sentimento de mudança acaba perdendo forças para o conformismo, e consequentemente a inovação acaba sendo deixada para o outro. Este será o responsável por romper a corrente de nós fortes que vem sendo construída ao longo de gerações.

Enfim, surge uma pessoa comum que reconhece as qualidades, e não os defeitos, das pessoas mais próximas. Surge uma pessoa comum capaz de liderar dezenas de outras pessoas comuns, e estas se espelharão naquela em busca do conforto das palavras e atitudes seguras. Finalmente a corrente de conformismo liberta os pássaros desejosos de aprender, inovar e batalhar, dando cores as mais diversas na paisagem negra que era cultivada.

Por Henrique Gil

www.henriquegil.blogspot.com

ESTUDOS DE JANEIRO e FEVEREIRO 2012

Dia 28/01/2012

Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

Comentários

Prece de finalização

Dirigente do dia: HENRIQUE


Dia 04/02/2012

Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

Comentários

Prece de finalização

Dirigente do dia: MICHELLE


Dia 11/02/2012


Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

Comentários

Prece de finalização

Dirigente do dia: ANDRÉ


Dia 18/02/2012

Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

Comentários

Prece de finalização

Dirigente do dia: RICARDO


Dia 25/02/2012

Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

Comentários

Prece de finalização

Dirigente do dia: HENRIQUE

Primeira Mocidade Espírita de Santa Rosa de Viterbo

FUNDAÇÃO 02/04/1999

O que é Mocidade Espírita?

É um grupo de jovens que se reúne com o objetivo de estudar a Doutrina Espírita, tendo sempre por base as obras de Allan Kardec e temas atuais à luz do espiritismo, contribuindo,assim, para a informação e formação moral do jovem. Este grupo denominado Mocidade,é um Departamento do Centro Espírita,no qual realiza suas reuniões de estudo e desenvolve tarefas. Para maior eficiência da reunião,é interessante atribuir funções,distribuindo tarefas entre os jovens.

Quais Objetivos de uma Mocidade Espírita?

O objetivo da reunião da M.E. é o estudo da doutrina espírita dentro de um clima que estimula a vivência dos conceitos doutrinários e o desenvolvimento dos jovens participantes. O objetivo da Doutrina Espírita é a transformação do espírito, e o objetivo principal da Mocidade, é facilitar esta transformação.

Qual finalidade dos estudos numa Mocidade Espírita?

Proporcionar diálogo e debates através de informações e experiências de cada um e ter como roteiro o "O Livro dos Espíritos", explorando suas perguntas e respostas fazendo um paralelo com o nosso cotidiano.

Informações: Apostila DM/USE ESTADUAL - 2001
Sr.Francis Lobo-email:francislobo@ig.com.br

Organização da Mocidade

André L.Salgado
Colaboração: Diretoria de Divulgação e Comunicação.
Responsável por palestras.

www.salgadousp.blogspot.com

Henrique Gil
Colaboração: Diretoria de Estudos e Administração.
www.educaload.com

Michelle Pozitano
Dirigente da Mocidade
www.pozitano.blogspot.com

Ricardo C.Azevedo
Colaboração:Diretoria de Divulgalção e Comunicação
www.ricardocesara.blogspot.com

Chaves da Luz-Música com temática espírita

Chaves da Luz-Espiritismo e música em harmonia

Conheça trabalhos como este, onde am´pusica abraça a doutrina espírita em todo seu conteúdo.

Contato:kethelinkotl@hotmail.com
Kethelin Cocchi


http://www.youtube.com/watch?v=HkcH5x7nKxc
http://www.youtube.com/watch?v=C972G-7zeM0&feature=related
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=100485928 (nossa comunidade do orkut)