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Ninguém está Sozinho...

26/02/2009

CARNAVAL

O Brasil é um país de inúmeras festas.
É assombroso o número de feriados no calendário anual.
Mas, se somarmos os dias que são emendados, teremos ao longo do ano, mais de quinze dias parados. Segundo especialistas do assunto, os prejuízos são enormes para o País.
Agora, nesta época, temos o feriado de carnaval.
Em alguns lugares perde-se mais de uma semana de trabalho.
É o festejo da alegria num País de quase 40 milhões de miseráveis.
Desde o início de janeiro a mídia vem explorando as folias de Momo, como se fosse o acontecimento mais importante do ano.
Fala-se em alegria, festa, colocar para fora as angústias contidas durante o ano passado. Infelizmente os caminhos propostos nada têm a ver com alegria ou alívio de tensões.
Ligamos a televisão e ouvimos a batida repetitiva das escolas de samba, cujo valor folclórico e cultural foi lentamente sendo perdido. Há muita gente que busca fazer do carnaval um momento de esperança, oportunizando empregos, abrigando menores e isso é muito valioso.
Entretanto, o grande saldo da festa se resume em duas palavras: ilusão e sensualidade.
Referimo-nos à ilusão dos entorpecentes, dos alcoólicos.
A ilusão de grandeza, que falsamente produz um imenso contraste entre a beleza da avenida e a subvida dos barracos.
Falamos da sensualidade que se torna material de venda, nos corpos desnudos e aparentemente felizes por fora, mas muitas vezes profundamente infelizes por dentro.
As emissoras não cansam de exibir os bailes, os concursos de fantasias, os desfiles, levando-os a todos os que se comprazem em observar a loucura.
Mas, ao longo do caminho, multiplicam-se os doentes de Aids, os abortamentos, a pobreza e o abandono, a violência.
Com o risco de sermos taxados de moralistas, num tempo em que se perdem as noções de moralidade, não podemos deixar de analisar criticamente esses disparates do mundo brasileiro.
Em nenhum momento nos colocamos contra a alegria. Porém, será justo confundir euforia passageira com alegria real?
Alegria de verdade seria viver num lugar onde não houvesse fome, violência, tráfico de drogas e tráfico de influências.
Não podemos nos colocar contra o alívio de tensões. Entretanto, alívio real seria encontrar um caminho para os graves problemas pelos quais o País atravessa.
O carnaval é bem típico da alienação espiritual que a sociedade se permite. De um lado, as falsas aquisições sociais de alguns, negadas pela agressividade de muitos; de outro, a falsa felicidade de quatro dias de folia, e 361 dias de novas e renovadas angústias.
Vale a pena?
Nestas horas, pessoas embriagadas, perdidas, usam um segundo de falso prazer, em troca de um enorme tempo de arrependimentos. Por quê? - perguntamos.
As pessoas pulam, vibram, e nem ao menos sabem o motivo da festa. Vão porque as outras pessoas também vão.
Enquanto a sociedade agir desta forma, sem personalidade digna, dando valores justamente aos desvalores, as pessoas continuarão sofrendo as conseqüências de seus próprios atos.
Vamos fazer destes dias de feriado, dias de alegria verdadeira, em paz conosco mesmos.
Vamos meditar, ler, pensar. Vamos conviver com nossa família e amigos, trocar idéias salutares.
Vamos orar também por aqueles que ainda não tiveram consciência de fazer o bem conforme o Cristo nos recomendou, e padecem nestes instantes de euforia descontrolada.

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

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Educação se da em casa !!!

Por André L.SAlgado
www.salgadousp.blogspot.com

Quem nunca levou umas palmadas na sala de aula levanta a mãooooo!
Quando eu freqüentava o primário, os coleguinhas e eu tínhamos que fazer fila pra entrar na sala de aula. Brincávamos de bolinha de gude, pular gravetos e sem falar do impagável “jogo de bafo”. Esse último por sinal eu fui péssimo (risos).
Molecagem tem em qualquer lugar do mundo. Meninos que zoam e zoados, populares e tímidos (me incluo nesse), coladores e melindrosos. Essas personalidades escolares nunca irão mudar através dos anos. Tudo isso é parte integrante das dicotomias do mundo estudantil e necessário para adaptação ao meio social, vivenciando a descoberta dos limites que cada indivíduo pode ter na sociedade de maneira geral.
Retomando os pensamentos nessa época, posso afirmar categoricamente que foram bons tempos. Tínhamos na escola realmente uma extensão de nossa casa e víamos nossos professores como verdadeiros pais do conhecimento. Lembro-me muito bem. Não era só ciência, matemática e português, mas regras de conduta. Quantos de nós não chegávamos em casa, depois de ter ido pra diretoria e ainda éramos advertidos pelos pais por má conduta na escola? O engraçado é que por mais indisciplinado que o aluno era, ele respeitava as atitudes limitadoras de seus professores. Salvo lógico algumas humilhações desnecessárias que havia nesses tempos, mas as regras como a hierarquia eram cumpridas.
O trabalho conjunto entre escola e família tornava-se as bases educacionais da sociedade até início dos anos 90. De um modo geral, tínhamos o apoio dos pais (educação moral e limitante) e do outro a garantia do aprendizado (educação científica e cívica), que por meio dos valores familiares, sabíamos reconhecer os limites de nossas ações e ponderar perante a sociedade.
Transportando essa idéia ao nosso tempo, notamos que esse sincronismo social perdeu-se a simetria de lá para cá. Com o advento da informação rápida por meio da mídia e internet, tanto quanto a velocidade e agitação do mundo contemporâneo, a família deixou de ser a célula principal deste contexto social. Os filtros educacionais perderam espaço dentro do lar. A educação foi transferida para terceiros. Os pais não conversam com seus filhos, as novelas da noite substituem a interação familiar. Os games virtuais substituíram os famosos jogos lúdicos (jogos de tabuleiros) que integravam em uma brincadeira saudável a toda família. Sem falar do consumismo exacerbado no qual o “ter” é mais valoroso que o “ser”.
A cegueira do mundo moderno aliena a cada dia a visão de educação. Não há limites, não há diálogos, não há tempo e tão pouco uma instrução oportuna da realidade da vida. Os valores morais e limitadores são de responsabilidades dos pais. Se alguém acredita em Deus sabe-se muito bem que não foi à toa que os pais vieram antes de seus filhos. A escola não é um educandário da vida moral, mas do conhecimento. A educação moral é atributo do lar no qual os pais têm a obrigação de zelar pelos futuros adultos que irão gerir a nossa sociedade vindoura.
Por isso, educação se dá em casa. Sem esse apoio fundamental, não há como ensinar e solicitar que uma criança compreenda os valores dignos e limitadores da sociedade se dentro de casa não existe tal ensinamento. Por isso ponho à reflexão todas as famílias para que analisem que tipos de adultos querem para nosso futuro.

A Ciência Espírita

Por Henrique Gil
www.henriquegil.blogspot.com

A Ciência começou seu desenvolvimento significativo a partir do Iluminismo, no século XVIII.
A Igreja Católica perdeu seu trono, e, simultaneamente, ocorreu a criação de novas religiões e a consequente separação da Igreja e Ciência. Os Estados começaram patrocinar os cientistas, exigindo instrumentos para auxiliar o desenvolvimento de seus países.
Nesse contexto surge o Espiritismo, codificado pelo Sr. Hippolyte-Léon-Denizard Rivail.
Dotado de extrema inteligência e humildade, desde os 14 anos “ensinava o que sabia àqueles de seus condiscípulos que tinham adquirido menos do que ele” (KARDEC, 2007, p. 11).

Durante cinco anos deu aulas gratuitas, em seu domicílio, de “química, física, anatomia comparada, astronomia, etc.” (IBID, p. 12).
Como matemático e educador, assinava os livros com seu nome original. As obras espíritas eram assinadas com seu pseudônimo Allan Kardec.
A origem da Doutrina Espírita deveu-se, principalmente, às observações de Rivail. O método científico utilizado foi a hermenêutica, digna de grandes e talentosos cientistas.

Hermenêutica é a arte de compreender textos, “colocando-se no lugar do outro, que é ‘diferente de mim’ no presente, mas com o qual eu formo a humanidade” (MINAYO, 2002, apud DARÉ, 2008, p. 100).
Rivail começou construir uma rede de comunicações em uma época a qual não havia as facilidades de hoje. Convidava pessoas de diversas partes do mundo a enviarem comunicações de cunho mediúnico dadas em seus círculos. Através dos textos percebeu a concordância no fundo, mas não necessariamente na forma, dos mesmos.
Hoje sem dúvida alguma as religiões estão se aliando à Ciência. Veja bem, aliando-se. Cada dia que passa, são vistas interações maiores entre as Ciências Naturais e as Ciências Humanas. Uma religião que se preze não pode negar as grandes descobertas ocasionadas por instrumentos que ampliam os sentidos humanos milhares de vezes.


Segundo Marcelo Gleiser:
“O mundo mudou, a sociedade mudou, a religião também deve mudar. Insistir na rigidez da ortodoxia é condenar a congregação a viver no passado, numa realidade incompatível com a sociedade moderna. Se um pastor ou rabino ortodoxo tem câncer e recebe terapia de radiação, ele deve saber que é essa mesma radiação que permite a datação de fósseis com centenas de milhões de anos. É hipocrisia aceitar a cura da radiação nuclear e ainda assim negar os seus outros usos”. (2009, p. 3)


Entretanto, a Ciência Espírita dá sinais de dormência. A ideia inicial de criar uma rede de conhecimentos parece estar em recesso. Para a ampliação dos conhecimentos de uma doutrina ainda incompleta, como o Espiritismo, faz-se mister continuarmos com as investigações e trabalhos científicos.

Kardec atenta para o seguinte:
“As ciências vulgares repousam sobre as propriedades da matéria que se pode esperar e manipular à vontade; os fenômenos espíritas repousam sobre as ações de inteligências que têm a sua própria vontade e nos provam a cada instante que elas não estão à disposição dos nossos caprichos. As observações, portanto, não podem ser feitas da mesma maneira; elas requerem condições especiais e um outro ponto de partida; querer submetê-las aos nossos processos ordinários de investigação, é estabelecer analogias que não existem. A Ciência, propriamente dita, como ciência, portanto, é incompetente para se pronunciar na questão do Espiritismo: não tem que se ocupar com isso e seu julgamento, qualquer que seja, favorável ou não, não poderia ter nenhuma importância”. (1997, p. 23)

Enfim amigos, não nos preocupemos se os cientistas aceitarão nossos estudos, e sim, aceitar o que ela tem a dizer de novo sobre a natureza, bem como abusar da tecnologia disposta. Necessário se faz reavivarmos a Ciência Espírita, mantendo a troca de comunicações mediúnicas de cunho científico entre os Grupos, Centros e Casas Espíritas de nosso país e mundo.

Bibliografia
DARÉ, Gustavo Leopoldo Rodrigues. Em Busca de Uma Ciência Espírita. in: ANAIS do Encontro Caminhos Para o Espiritismo - 150 anos de ideias e atitudes revolucionárias. Ribeirão Preto: Associação Caminhos Para o Espiritismo, 2008. 95-109.
GLEISER, Marcelo. A ciência e as Religiões. in: Folha de S. Paulo, caderno Mais!. 22 de fevereiro de 2009
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 109 ed. Traduzido por Salvador GENTILE e Elias BARBOSA. Araras, SP: IDE, 1997.
—. Obras Póstumas. 25 ed. Araras, SP: IDE, 2007.

05/02/2009

TODOS NÓS TEMOS E PODER DE CURAR A NÓS MESMOS

Por: José de Felippe Junior

O primeiro passo na sua cura é a vontade de se curar. É de fundamental importância, colocarmos em ação o nosso próprio poder de cura.
A natureza humana é provida de mecanismos muito sensíveis, eficientes e eficazes no combate a todos os tipos de moléstias, desde o resfriado comum até o câncer.
Nós todos, independentemente de crença ou religião, somos capazes de nos curar. A dificuldade é que nem todos conseguem colocar em ação tais mecanismos de cura.
Está cientificamente comprovado que é o nosso subconsciente que controla este poder. O subconsciente está localizado em uma parte do cérebro, na substância cinzenta do lobo frontal em uma região de difícil acesso para muitas pessoas. A dificuldade de acesso depende da maior ou menor quantidade de neurônios de interconexão funcionantes. Esses neurônios são elos de ligação entre o consciente-subconsciente e o subconsciente-representação do órgão doente.
Todos nós possuímos os neurônios de interconexão, porém, eles necessitam de ativação ou de estimulação para se tornarem funcionantes.
Até hoje não se conseguiu estimular os neurônios de interconexão por meio de medicamentos, porém, descobriu-se algo muito interessante: é que a maneira de colocá-los em funcionamento depende unicamente de nós mesmos, de nossos sentimentos mais humanos.
Existem sentimentos que facilitam a nossa entrada no subconsciente (estimulam os neurônios de interconexão) e sentimentos que dificultam a nossa entrada (inibem os neurônios de interconexão).
Isto quer dizer, que o subconsciente de cada um de nós pode trabalhar a nosso favor ou contra nós. Alimentá-lo com pensamentos negativos como o medo, o ódio, a derrota, a tristeza, os sentimentos exagerados de culpa, os complexos de inferioridade, a inveja, a vingança, a ingratidão, etc., levam o indivíduo à doença ou dificultam a sua cura. Os pensamentos ruins e negativos preenchem o subconsciente e não permitem que ele funcione bem.
É fácil fazer o subconsciente trabalhar a nosso favor. Primeiramente precisamos limpar a casa, mandar embora os sentimentos e pensamentos ruins. Depois, aos poucos, vamos plantando os pensamentos construtivos, vamos cultivando uma boa imagem pessoal, vamos nos relacionando melhor com as pessoas seja no âmbito profissional, social ou familiar ; vamos aprendendo a ter mais confiança em nós mesmos, a pensar na alegria, no amor, na felicidade e na saúde .
Qual é o principal sentimento que permite a nossa entrada no subconsciente e coloca em ação os poderosos mecanismos que vão nos curar?
A resposta é: o desejo de se curar, a firme determinação de se curar. Sim é isso mesmo, é o desejo e a firme vontade de ter saúde e de se curar.
Para isso, nós precisamos: 1° gostar de nós mesmos.
2° crer sinceramente que merecemos a cura.
Ora, isto é perfeitamente possível, basta que realmente nos respeitemos como pessoa:
1° - Todos os pensamentos e atos corretos que praticamos, nos fazem ser respeitados perante nós mesmos.
2° - Todos os pensamentos e atos incorretos que praticamos nos desrespeitam como pessoa, perante nosso próprio julgamento.
Não se trata aqui de ser bom ou mau, mas de ser honesto e correto, primeiro consigo mesmo e segundo com as outras pessoas.
ALGUMAS MANEIRAS DE NOS RESPEITARMOS COMO PESSOA
1° - Seja escandalosamente honesto consigo mesmo e com os outros.
2° - Não nutra sentimentos de ódio ou de vingança.
Tais sentimentos provocam ansiedade, inquietude e perda inútil de energia. Se for possível perdoar as pessoas alvo destes sentimentos muito que bem, senão afaste-se delas, ou simplesmente ignore-as deixando ao destino a função de julgá-las ou condená-las.
3° - Fique de bem consigo mesmo.
Nós precisamos ficar de bem com nós mesmos, encontrarmos um equilíbrio dentro de nós, aceitando como parte da vida, as glórias e os fracassos, os momentos bons e os momentos ruins, eliminando os sentimentos exagerados tanto de superioridade como de inferioridade.
4° - Não sinta medo.
Nós estamos neste mundo para viver e sermos felizes. Para isto dispomos de toda nossa inteligência, firmeza e perseverança. É só arregaçarmos as mangas e irmos em frente. Nós devemos compreender que conseguiremos tudo aquilo que quisermos, sendo necessário tão somente, querermos. Siga o lema : “ Eu quero logo eu consigo”.
5° - Não pense que está sendo castigado.
Até do ponto de vista religioso este pensamento não tem sentido ou lógica. Sempre é tempo de consertar os erros ou deslizes, sejam materiais, sejam morais. Lembre-se que a perfeição não é apanágio dos seres humanos.
6° - Elimine o sentimento exagerado de autocrítica.
Nós todos somos passíveis de errar e realmente erramos muitas vezes em nossas vidas, sendo nossa obrigação reconhecer e consertar o que fizemos de errado. Entretanto, somente isto não basta, nós precisamos reconhecer as nossas limitações e perdoar a nós mesmos. Quero dizer, a autocrítica é importante, porém, não podemos exagerar .
7° - Acabe com as mágoas mal resolvidas.
Procure conversar com as pessoas mais experientes e com a própria pessoa razão da mágoa, para compreender melhor o que está se passando, tentando assim resolver tais questões. Procure eliminar um a um, todos os problemas pendentes.
Esta forma que acabamos de descrever para atingirmos o nosso subconsciente e assim ativar o nosso poder de cura é uma das coisas mais lindas que o ser humano é dotado: o amor. O amor próprio combinado com o amor aos nossos semelhantes.
Não cabe aqui descrevermos os inúmeros casos de cura ocorridos através dos tempos pelas pessoas que acreditaram que poderiam se curar, importa é você saber que a natureza humana é dotada deste poder fortíssimo de cura, pois se assim não fosse a raça humana já não existiria, teria sucumbido aos poucos recursos da medicina de outrora.
Pois bem, o que acabamos de expor, você pode fazer por você mesmo: é a essência da sua própria existência que está te pedindo isto.
“Para o médico, deixar de aprender é omitir socorro; para o paciente, deixar de amar é omitir a sua própria cura, porque o amor é a força mais poderosa do mundo”
(O Dr. José de Felippe Junior é membro da Associação Brasileira de Medicina Complementar)
www.medicinacomplementar.com.br

02/02/2009

A MÚSICA CELESTE
Henrique Gil
www.henriquegil.blogspot.com

O Livro dos Espíritos

249 - O Espírito percebe os sons? "Sim, e percebe até mesmo o que os vossos sentidos obtusos não podem perceber.”

249-a) A faculdade de ouvir como a de ver está em todo o seu ser?
“Todas as suas percepções são atributos do Espírito e fazem parte do seu ser. Quando está revestido de um corpo material, elas não lhe chegam senão por um canal de órgãos, mas no estado de liberdade, não estão mais localizados.”

250 - Sendo as percepções atributos do próprio Espírito, é possível que ele deixe de usá-las?
“O Espírito só vê e ouve o que ele quiser. Isto de uma maneira geral e, sobretudo, para os Espíritos elevados; os imperfeitos ouvem e veem frequentemente, queiram ou não, aquilo que pode ser útil ao seu adiantamento.”

251-Os espíritos são sensíveis à música?

“Quereis falar de vossa música? O que é ela diante da música celeste? Desta harmonia que nada sobre a Terra pode vos dar uma ideia? Uma é para a outra que o canto do selvagem é para a suave melodia. Entretanto, os Espíritos vulgares podem experimentar um certo prazer em ouvir a vossa música, porque ainda não são capazes de compreender a outra mais sublime. A música tem para os Espíritos encantos infinitos, em razão de suas qualidades sensitivas muito desenvolvidas. Refiro-me à música celeste, que é tudo o que a imaginação espiritual pode conceber de mais belo e mais suave”.

P. 138-9 KARDEC, Allan. O livro dos Espíritos. 109 ed. Tradução de Salvador Gentile. Araras – SP: IDE. 1997.

COMENTÁRIOS:
Murray Shafer, em seu livro “O ouvido pensante”, define música como sendo um som produzido propositalmente com a intenção de ser ouvido. Sem entrar nos méritos se a música é boa ou ruim, o autor desenvolve uma longa discussão a respeito da definição de “música”.
O conceito de “música boa” e “música ruim” muitas vezes é distorcido com o passar dos tempos.
Por mais sublime que sejam nossas melodias, não conseguimos nos comparar à música ouvida nos campos espirituais mais altos. Nossas limitações físicas e mentais impede-nos de perceber qualquer som vindo das esferas superiores, as quais habitam seres que nos auxiliam sempre em nossa batalha pela vida.
O que considero música boa é aquela a qual planta em nós pensamentos e sensações boas, faz nosso coração bater em ritmo lento e, quando cerramos os olhos, podemos perceber sensações físicas as mais diversas e gostosas.
Será um dia permitido-nos compartilhar da música celeste?

ESTUDOS DE JANEIRO e FEVEREIRO 2012

Dia 28/01/2012

Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

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Prece de finalização

Dirigente do dia: HENRIQUE


Dia 04/02/2012

Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

Comentários

Prece de finalização

Dirigente do dia: MICHELLE


Dia 11/02/2012


Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

Comentários

Prece de finalização

Dirigente do dia: ANDRÉ


Dia 18/02/2012

Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

Comentários

Prece de finalização

Dirigente do dia: RICARDO


Dia 25/02/2012

Estudo do Livro dos Espíritos

Estudo do Evangelho Seg.Espiritismo

Comentários

Prece de finalização

Dirigente do dia: HENRIQUE

Primeira Mocidade Espírita de Santa Rosa de Viterbo

FUNDAÇÃO 02/04/1999

O que é Mocidade Espírita?

É um grupo de jovens que se reúne com o objetivo de estudar a Doutrina Espírita, tendo sempre por base as obras de Allan Kardec e temas atuais à luz do espiritismo, contribuindo,assim, para a informação e formação moral do jovem. Este grupo denominado Mocidade,é um Departamento do Centro Espírita,no qual realiza suas reuniões de estudo e desenvolve tarefas. Para maior eficiência da reunião,é interessante atribuir funções,distribuindo tarefas entre os jovens.

Quais Objetivos de uma Mocidade Espírita?

O objetivo da reunião da M.E. é o estudo da doutrina espírita dentro de um clima que estimula a vivência dos conceitos doutrinários e o desenvolvimento dos jovens participantes. O objetivo da Doutrina Espírita é a transformação do espírito, e o objetivo principal da Mocidade, é facilitar esta transformação.

Qual finalidade dos estudos numa Mocidade Espírita?

Proporcionar diálogo e debates através de informações e experiências de cada um e ter como roteiro o "O Livro dos Espíritos", explorando suas perguntas e respostas fazendo um paralelo com o nosso cotidiano.

Informações: Apostila DM/USE ESTADUAL - 2001
Sr.Francis Lobo-email:francislobo@ig.com.br

Organização da Mocidade

André L.Salgado
Colaboração: Diretoria de Divulgação e Comunicação.
Responsável por palestras.

www.salgadousp.blogspot.com

Henrique Gil
Colaboração: Diretoria de Estudos e Administração.
www.educaload.com

Michelle Pozitano
Dirigente da Mocidade
www.pozitano.blogspot.com

Ricardo C.Azevedo
Colaboração:Diretoria de Divulgalção e Comunicação
www.ricardocesara.blogspot.com

Chaves da Luz-Música com temática espírita

Chaves da Luz-Espiritismo e música em harmonia

Conheça trabalhos como este, onde am´pusica abraça a doutrina espírita em todo seu conteúdo.

Contato:kethelinkotl@hotmail.com
Kethelin Cocchi


http://www.youtube.com/watch?v=HkcH5x7nKxc
http://www.youtube.com/watch?v=C972G-7zeM0&feature=related
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=100485928 (nossa comunidade do orkut)